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A política da CEC

A política da CEC

  • Dar suporte não a alguém ou um partido em especial, mas ser algo para o bem do país
  • Não prover benefício pessoal a qualquer indivíduo e trabalhar desinteressadamente para o bem do país
  • Ser totalmente positivo em abordagens
  • Não culpar os políticos mas encorajá-los a tomar responsabilidade por pessoas
  • Esforçar-se pela ação conjunta com grupos não-governamentais e religiosos
  • Ganhar a confiança e apoio de pessoas comuns
  • Trabalhar por uma resposta positiva da mídia e do público
  • Construir um banco de conscientização com abrangência nacional (comprometimento pessoal)
  • Alcançar os eleitores comuns e convencê-los que podem fazer a diferença
  • Pedir que pessoas se comprometam a não aceitar propinas nem votar em alguém que ofereça propinas (não vender liderança)
  • Lidar com a corrupção, violência e apatia
  • Requerer que pessoas não participem de violência, e sim promovam boa vontade e tolerância
  • Encorajar responsabilidade pela integridade no processo eletivo no país
  • Educar pessoas sobre os critérios e qualidades de bons líderes
  • Conter a compra e venda de votos que favoreça somente a políticos ambiciosos, fomentando que grupos financeiros entrem no poder em grande número, deste modo comprometendo o futuro político
  • Encorajar e desafiar que pais sejam bons exemplos para seus filhos
  • Desafiar que líderes usem mais tempo liderando que gastando mais tempo em serem eleitos, o que promove corrupção e péssimo governo
  • Encorajar que as pessoas votem: líderes ruins são eleitos por bons cidadãos que não votam
  • Abster pessoas da quebra das diretrizes eleitorais, que provoca o desperdício de seu voto
  • Encorajar cidadãos que se registrem como eleitores e tenham um título de eleitor
  • Dar confiança às pessoas que reportem quaisquer irregularidades durante todo o processo eleitoral para as autoridades
  • CEC 1997 Depois de ouvir da efetividade de um projeto de Campanha Eleições Limpas em Taiwan em 1992, Joseph Karanja reuniu dez amigos para uma conferência de final de semana para considerar a situação no Quênia. Como resultado, decidiram lançar a Campanha Eleições Limpas (CEC) em seu país antes das eleições nacionais de Dezembro de 1997. Ele estava convencido de que era a coisa certa para lidar com a corrupção, violência e a apatia, permanente nas eleições. O governo costumava utilizar o Banco Central para imprimir dinheiro para financiar as eleições – não para as operações eleitorais, mas para as propinas de forma a intimidar pessoas ou comprá-las, tendo assim garantido-as um ano antes. O grupo abordou inicialmente os líderes religiosos. Eles conversaram com dirigentes da Igreja Católica, Anglicana, dentre outras, e líderes muçulmanos. Três pontos foram acertados nessas conversas:
  • Pedir que pessoas se comprometam a não aceitar propinas, e não votem em quem ofereça propinas
  • Encorajar pessoas que tomem responsabilidade pela integridade do processo eleitoral nas cabines eleitorais
  • Encorajar homens e mulheres honestas a se candidatarem nas eleições para o parlamento